Sabiá
A casa Sabiá em Cambuí, Campinas

Cambuí, Campinas — SP

Uma casa aberta, com mesa e quintal

A Sabiá nasceu do entendimento de que viver bem na velhice depende menos de estrutura e mais de companhia, ritmo e cozinha feita com cuidado.

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Nossa história

Como a Sabiá começou

A Sabiá abriu suas portas em Cambuí porque as fundadoras conheciam de perto a dificuldade de famílias que precisavam de um lugar confiável para seus parentes mais velhos — não um hospital, não um asilo, mas uma casa de verdade.

O nome veio de um pássaro comum nos quintais de Campinas, que canta sozinho mas vive melhor quando está entre outros. Era uma metáfora simples e honesta para o que queríamos oferecer: companhia sem perda da individualidade.

Começamos com quatro moradores e uma cozinha pequena. Com o tempo, a casa foi crescendo devagar, sem nunca perder o que a tornava diferente: o fato de que cada pessoa aqui tem um nome, uma história e uma preferência de café da manhã que todo mundo conhece.

A nossa missão é simples: oferecer hospitalidade de qualidade a pessoas idosas que preferem viver entre companhia a ficarem sós. Não tratamos doenças nem substituímos médicos. O que fazemos é organizar os dias com atenção, preparar refeições do jeito que cada um gosta e manter a casa como um lugar onde se quer estar.

Valorizamos a transparência com as famílias acima de tudo. Por isso, temos a modalidade de semana de experiência — para que ninguém precise tomar uma decisão grande sem antes ter conhecido o lugar com calma.

Em Julho de 2025, completamos cinco anos de operação com o mesmo endereço e o mesmo jeito de receber as pessoas.

Quem cuida da casa

As pessoas por trás da Sabiá

Cada pessoa na equipe foi escolhida pela paciência e pela capacidade de fazer o ordinário bem-feito.

MF

Mariana Fonseca

Coordenadora da Casa

Formada em gerontologia pela Unicamp, Mariana coordena a rotina da casa e é a pessoa que conversa com as famílias na chegada e nas visitas mensais.

RS

Roberto Souza

Cozinheiro Principal

Roberto prepara as quatro refeições do dia. Ele anota as preferências de cada morador e vai ajustando o cardápio ao longo do tempo — sem fazer alarde disso.

CA

Célia Andrade

Cuidadora Sênior

Há quatro anos na Sabiá, Célia acompanha os moradores nas atividades de jardim, nas tardes de rádio e nas saídas para compras. Tem paciência de quem gosta do que faz.

Como trabalhamos

Padrões que orientam a casa

Não temos um manual de cinquenta páginas. Temos alguns princípios que todos na casa conhecem e seguem.

Privacidade dos moradores

Nenhuma informação pessoal ou de saúde é compartilhada sem autorização explícita. A família recebe apenas o que o morador consentiu em transmitir.

Alimentação adaptada

O cardápio é revisto mensalmente e ajustado individualmente. Restrições alimentares, preferências e aversões são levadas a sério desde o primeiro dia.

Limpeza e organização

Os quartos e espaços comuns são limpos diariamente. A roupa de cama é trocada duas vezes por semana ou quando necessário, sem que o morador precise pedir.

Comunicação com a família

Familiares de moradores mensais recebem um resumo do mês a cada quatro semanas. Em qualquer eventualidade, o contato é imediato.

Segurança e emergências

A casa tem saídas sinalizadas, extintores revisados e contato direto com o serviço de emergência do bairro. A equipe sabe o que fazer e com quem falar em cada situação.

Registro no CVS

A Sabiá opera dentro das normas da Vigilância Sanitária do Estado de São Paulo para estabelecimentos de longa permanência de caráter residencial não assistencial.

O que nos move

Hospitalidade para quem escolheu viver entre outros

A Sabiá nasceu de uma percepção prática: existe uma lacuna entre o apartamento silencioso de quem mora sozinho e a estrutura formal de uma clínica. Muitas pessoas idosas em Campinas e na região de Cambuí vivem bem, têm saúde razoável, mas sofrem com o isolamento dos dias sem conversa e sem atividade.

Para essas pessoas e suas famílias, a Sabiá oferece uma terceira via. Um lugar onde se vive junto, onde há mesa posta três vezes por dia, onde há um jardim para cuidar numa tarde de quinta-feira e onde o rádio toca no horário certo.

Nossa experiência ao longo de cinco anos nos mostrou que o que as famílias mais valorizam não é o número de serviços incluídos, mas a clareza sobre o que acontece no dia a dia. Por isso mantemos a comunicação direta, as conversas mensais e a política de visitas sem restrição de horário.

Acreditamos que uma residência bem-cuidada para pessoas idosas começa pelo mesmo princípio que qualquer boa hospitalidade: saber o nome de quem chegou, lembrar do que essa pessoa gosta e deixar a porta aberta para a família entrar.

Próximo passo

Venha visitar a casa

Uma visita presencial diz mais do que qualquer página de site. Entre em contato e marcamos um horário que funcione para a sua família.