O que dizem
Experiências de quem conheceu a casa
Cada depoimento vem de uma família com uma história diferente — e com uma decisão que levou tempo e cuidado.
Campinas — filha
"Minha mãe ficou uma semana antes de decidir ficar. O que me surpreendeu foi que no terceiro dia ela já estava no jardim com a Célia, e não queria mais saber da minha visita diária — no bom sentido. Eu precisava disso tanto quanto ela."
Julho de 2025 — Semana de Experiência
Valinhos — filho
"O que me convenceu foi que a Mariana pediu pra falar com meu pai antes da chegada, não só comigo. Perguntou o que ele gostava de comer no café da manhã e qual estação de rádio ele ouvia. Detalhes que fazem diferença."
Junho de 2025 — Moradia Mensal
Campinas — neta
"Minha avó tem 81 anos, mora sozinha e não tem limitações físicas. Ela usa o programa diário três vezes por semana. A diferença no humor dela foi perceptível no primeiro mês. Ela tem assunto para contar quando a gente visita."
Julho de 2025 — Companhia Diária
Sumaré — filho
"Fiquei com medo da minha mãe se sentir abandonada. A Mariana foi honesta: disse que esse sentimento é normal no começo e que eu podia ligar ou visitar sempre que quisesse — e que se depois de um mês não estivesse funcionando, a gente encerrava sem drama."
Junho de 2025 — Moradia Mensal
Campinas — sobrinha
"O Roberto faz o almoço que minha tia gosta. Parece coisa pequena, mas ela tinha mania de não comer em lugar nenhum. Aqui ela come e pede repetição. Para mim, isso é o resumo do que a Sabiá faz de diferente."
Julho de 2025 — Companhia Diária
Americana — filho
"A conversa mensal que a coordenação faz com a família foi o que me convenceu de continuar. Não é só uma formalidade — é uma hora em que a gente realmente fala sobre como o meu pai está, o que ele gostou, o que pode melhorar."
Junho de 2025 — Moradia Mensal
Percursos
Três histórias que mostram como o processo funciona
Cada família chegou até a Sabiá de um jeito diferente. Aqui contamos três desses percursos, com os nomes alterados para preservar a privacidade.
Caso 1 — Companhia diária
A situação
Dona Helena, 76 anos, morava sozinha em Campinas desde que o marido faleceu. Os filhos trabalhavam em horário integral e se preocupavam com o isolamento dela durante a semana.
O que aconteceu
A família optou pelo programa diário, começando com dois dias por semana. Depois de três semanas, Dona Helena pediu para ir mais dias — ela própria fez esse pedido para a filha.
Hoje
Frequenta a casa quatro vezes por semana. Ainda dorme em seu apartamento. Começou a cuidar de uma parte do jardim que ela mesma escolheu.
Caso 2 — Da semana para a moradia
A situação
Seu Antônio, 83 anos, havia sofrido uma queda em casa. Não precisava de cuidado médico contínuo, mas a família não se sentia confortável deixando-o sozinho.
O que aconteceu
Fizeram a semana de experiência com o apartamento dele ainda disponível, para que a decisão não fosse forçada. Ao fim da semana, Seu Antônio disse que queria ficar.
Hoje
Está na moradia mensal há três meses. O apartamento dele foi organizado pela família enquanto ele se adaptava, sem pressa.
Caso 3 — Chegando sem saber o que esperar
A situação
Dona Maria, 79 anos, resistia à ideia de qualquer tipo de acolhimento. A filha, que morava em outro estado, pediu ajuda para encontrar uma solução para os finais de semana que ela passava viajando.
O que aconteceu
Começaram com o programa diário em dias específicos. Dona Maria não gostou da palavra "residência" — então a família nunca usou essa palavra. Ela foi como se fosse visitar um lugar para almoçar.
Hoje
Continua no programa diário. A filha fez a conversa mensal por videochamada. Dona Maria já conhece o nome de todo mundo na casa e considera o lugar como parte da sua rotina.
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Anos em operação
50+
Famílias atendidas
4,8
Avaliação média
CVS–SP
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Entre em contato para conversar sobre a situação da sua família. Uma visita à casa não obriga ninguém a nada — é só o começo de uma conversa.